segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Letícia Paranhos


Nascida em Porto Alegre, é licenciada em Educação Física pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no RS, e pós-graduada em nível de especialização em Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro. É Bailarina e atriz, formada em Ballet Clássico pela Escola de Ballet Lenita Ruschel Pereira, de Porto Alegre, RS. Como bailarina, estudou e trabalhou com coreógrafos como Mário Nascimento, Jorge Peña, Tony Abott, Luis Arietta, Deborah Ruschel, Anette Lubisco, Ivan Motta e Isabel Willadino.
Em 2012 trabalhou como coreógrafa do espetáculo "A Fantástica Fábrica de Natal" do Natal LUz em Gramado-RS. Integrou A Cia Muóvere, dirigida por Jussara Miranda, participando do projeto e espetáculo Desvio, este dirigido e orientado também por Diego Mac e Jezebel di Carli. Atuou na peça infantil “A Tempestade e os mistérios da ilha” com a Cia Santa Estação, dirigida por Jezebel diCarli. Também integrou o espetáculo "Mais uma vez- a casa das memórias" dirigido por Andrea Spolaor; Ganhou prêmio de primeiro lugar e melhor bailarina com o trabalho solo de dança contemporânea “Dickhead”, de autoria própria, em festivais de dança dentro e fora do estado. E formou seu grupo de pesquisa em movimentação contemporânea “N Amostra”, onde começa  a experienciar sua carreira como diretora e orientadora de criação.
No primeiro semestre de 2011 estreou o musical infantil “A cãofusão – uma aventura legal pra cachorro” com direção de Lúcia Bendati. Com indicação para melhor atriz coadjuvante, o espetáculo foi o melhor espetáculo infantil pelo prêmio Tibicuera 2011.  No segundo semestre estreou “A bela e a Fera” com direção de Ronald Radde pela Cia Teatro Novo.
Em 2010 estreou junto com a Cia H a terceira parte da triologia sobre Fernando Pessoa “As Memórias” um espetáculo de dança contemporânea. Foi contemplada em 2° lugar no Prêmio Criação coreográfica São Leopoldo, com trabalho de autoria própria. Indicada para o Prêmio Açorianos de melhor bailarina pelo espetáculo “Na Solidão”, grupo Hybris. E para o Prêmio Tibiquera de melhor atriz por “Chapeuzinho Vermelho”, pelo Teatro Novo.
Em 2009 dirigiu e coreografou, em parceria com Isabel Willadino, o espetáculo “Mulheres Falam Sobre Homens que Dançam”. Com três indicações ao Prêmio Açorianos de Dança de Porto Alegre, o espetáculo recebeu o Prêmio de Melhor Bailarino, Edição 2009. Ainda neste ano, concorreu como bailarina do Festival de Dança de São Leopoldo, RS, conquistando o Primeiro Lugar na categoria Dança Contemporânea, Solo, Adulto, com a coreografia “Como se Fosse Ontem”, de autoria própria.Com essa coreografia foi premiada como melhor bailarina na I° edição do festival Brasil em Dança.
No ano de 2008, foi premiada como Melhor Bailarina da XX Edição do Festival de São Leopoldo e da 30ª Edição do Dançando, Festival de Dança de Novo Hamburgo, apresentando o Solo de Dança Contemporânea, “Transferência”, também de autoria própria.
Como atriz, seus principais trabalhos em2010 foram as peças infantis Criança Pensa e Chapeuzinho Vermelho com a cia Teatro Novo. E  com o grupo Hybris “Na Solidão” trabalho adulto de dança e teatro baseado no obra de Bernard M. Koltés “Na solidão dos campos de algodão”.
Em 2009 foram “Cama de casal e 1/4 de Hóspede”, e a montagem infantil de Peter Pan, da Cia Teatro Novo; além do espetáculo infantil “Invasão do Lixo”, da Fuxico Cia de Teatro, dirigida por Siomara Kronbauer.
Em 2008 teve sua estréia como protagonista na montagem do musical “Ópera de Sangue” da Cia de Teatro Novo e participou da remontagem de “Os Saltimbancos”, desta mesma companhia.

Atualmente ministra aulas de dança contemporânea e Jazz no Laboratório da Dança, de Isabel Willadino, no Stúdio de Dança Mara Noschang, Integra a Companhia H, dirigida por Ivan Motta; como integrante da Cia Muóvere realiza também o projeto de circulação “Re-sintos, por um Brasil mais perto”, que recebeu o Prêmio Claus Vianna; e continua seu processo de orientação com o grupo N Amostra.


Um comentário:

  1. Queridas Leticia e Isabel,

    A Internet é um mundo tão vasto que não dou conta de acompanhar tudo o que acontece, mas devo dizer que estou emocionada porque acabo de saber, embora mais de um ano depois, do espetáculo "Mulheres que falam sobre homens que dançam". É um privilégio para mim como autora ver essa obra como instrumento de inspiração para o movimento e o gesto. Parabéns a vocês e a toda equipe! Sinto apenas não ter sido convidada para prestigiar a realização de vocês.
    Quem sabe, possamos corrigir essa falta, quando eu for a Porto Alegre por ocasião do próximo lançamento, ainda sem data marcada.

    Um grande abraço da autora
    Maria Alice Guedes

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